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Com exclusividade, o Social Bauru conversou com Pedro Bertolini. Nada mais, nada menos que um dos 50 melhores modelos do Brasil. Na lista, divulgada pelo site FFW, o modelo bauruense de apenas 22 anos ocupa o 20º lugar. Um orgulho e tanto para Pedro, não? Não! Apesar de já ter feito importantes trabalhos na Ásia e acabar de fotografar para L’oreal, ele reconhece que seu caminho está apenas começando.

“Eu fiquei sabendo desta lista pela minha namorada, mas acho que não significa nada. Todos os que estão nela são meus amigos e estamos todos na mesma batalha. Então, não acho que seja tão importante estar nela. Talvez para os cinco primeiros, mas sou o 20º! Eu sei que estar ali não significa muita coisa”, afirma.

O menino, que foi descoberto durante um passeio no shopping com os amigos, nunca sonhou com a carreira que tem hoje e pensava mesmo em cursar faculdade de designer na Unesp. Por uma ‘peça’ que destino pregou, os seus planos mudaram aos 16 anos. “Eu estava passeando com uns amigos, quando me abordaram perguntando se eu queria ser modelo. Como não aceitei, insistiram um pouco, mas minha mãe queria que eu terminasse os estudos. Depois de um tempo, eu estava na rua comendo cachorro-quente, quando passaram de carro, pararam e perguntaram de novo se eu não aceitava. Foi aí que eu decidi tentar”, relembra.

Depois do primeiro book feito na Mega Model/RN Agency de Bauru, Pedro recebeu o convite para fazer uma entrevista em uma agência de São Paulo e foi, a partir desse dia, que as portas se abriram. Só este ano, ele trabalhou em Tóquio, Hong Kong e Nova Iorque, ficou quase todo o ano fora de Bauru e fez a primeira capa de revista. Apesar da experiência com outras culturas e novos trabalhos, Pedro afirma ser um desafio ficar longe tanto tempo fora de casa e está de volta à cidade natal para aproveitar a família.

“Eu me divirto muito fazendo tudo o que faço hoje e ainda, tive a oportunidade de conhecer minha namorada. Apesar do choque de costumes nesses lugares, tento aproveitar ao máximo este intercâmbio cultural. O mais difícil é ficar longe da família e aguentar a saudade que eu sinto deles. Por isso, pretendo ficar aqui em Bauru, aproveitar muito esse tempo aqui e esperar o próximo trabalho”, conta.

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