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A tecnóloga e estudante de Engenharia de Alimentos, Natália Santana, não perde uma oportunidade de se aventurar na cozinha

Hoje, 26 de janeiro, é considerado o Dia da Gula! E, mesmo com esta chuvinha boa caindo na janela e essa preguicinha presente em todo mundo, que tal se aventurar na cozinha e comemorar o dia em grande estilo?

Cada vez mais comum, o hábito de cozinhar em casa e preparar o próprio alimento voltou com tudo. Agora, em busca de mais saúde e mais sabor, pessoas que nunca cozinharam estão se aventurando no fogão e se descobrindo quase um ‘chef’ de cozinha!

Aqui em Bauru, por exemplo, tem muita gente que se apaixonou pela prática e adora preparar muitas delícias em casa. O Social Bauru conversou com algumas; confira o bate-papo:

Gabriel César

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Bolo Red Velvet com recheio tradicional de creme de queijo de Gabriel César

“Eu cozinho desde criança nas brincadeiras que eu fazia com meu irmão. Eu sempre era o cozinheiro, brincava fazendo comida com terra, pedras e água, com as assadeiras e panelas velhas da minha avó. Já na cozinha, minhas primeiras experiências foram fazendo mingau de chocolate e sobremesas fáceis como brigadeiro, quando eu tinha uns 8 anos mais ou menos. E eu sempre observava a minha avó e minha mãe na cozinha, gostava de ficar do lado delas quando estavam fazendo qualquer coisa na cozinha. Adorava mexer na caixinha de receitas que tinhas diversos papéis, já gastos, com receitas tradicionais, adorava ler todos os livros de receita que encontrava pela frente. Eu lia como se fosse um livro de histórias, do começo ao fim, sempre prestando muita atenção nos modos de preparo. Hoje eu gosto muito de fazer tudo, adoro a cozinha quente, com os pratos salgados, refeições completas até a confeitaria, que por ser mais difícil, é a quem eu tenho me dedicado um pouco mais. De um modo geral eu gosto mais de fazer tudo aquilo que requer preparações mais demoradas. Todas as vezes que eu vou cozinhar para um grupo de pessoas, sugiro alguns cardápios e o vencedor sempre é a Tilápia assada em papilote com molho de laranja e risoto de palmito pupunha. Já na confeitaria os bolos são sempre os mais pedidos.”

Viviane Mendes

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Torta trufada de leite ninho de Viviane Mendes

“Cozinho desde que nasci! (risos). Lembro-me do primeiro curso de culinária, aos nove anos. Minha mãe ensinou os primeiros passos e a partir daí houve um processo natural de encantamento pela cozinha. Eu gosto de fazer salgados e doces, mas com certeza as sobremesas são muito mais difíceis de executar. O cookie de chocolate é um dos pratos mais comentados. É sucesso na certa! E já pensei em trabalhar com comida sim. Mas dá muito trabalho e teria que ter dedicação integral. Como tenho outra paixão, que é a Odontologia, fica difícil pensar em abrir um restaurante ou algo parecido.”

Natália Santana

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Bresilienne de Natália Santana

“Eu comecei a cozinhar pra valer quando estava com 16 anos, mas o interesse pela cozinha começou desde pequena, quando minha avó em uma tarde nas férias reunia todos os netos, e ela preparava várias comidas maravilhosas. Eu adorava aqueles dias… Até porque eu adoro comer! (risos). E aí, comecei a cozinhar em casa mesmo, com a minha mãe me ensinando as receitas dela. Depois, eu fiz um curso tecnologia para aprender todas as técnicas. Hoje, eu gosto de fazer tanto produções salgadas como doces. Mas o meu prato preferido é um doce francês chamado ‘bresilienne’, que fica maravilhoso, mas sou suspeita para falar porque amo doces! (risos). Eu ainda pretendo trabalhar com isso um dia, quem sabe! (risos).”

Wilson Monaco

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Suflê de Nutella por Wilson Mônaco

“Eu cozinho desde 1999, quando vim pra Bauru pra fazer faculdade. Pelo fato de morar sozinho, fui obrigado a fazer meus próprios ‘rangos’. Mas no começo faltava grana e conhecimento, daí fazia o que dava, mas minha alma gorda não me deixou desistir e eu sempre tentava caprichar nas comidas. Hoje eu gosto de fazer de tudo. O lado bom de cozinhar é agradar a quem vai comer. Gosto de pegar um prato e ir tentando, fazendo, até ele chegar naquilo que minha cabeça imaginou. Enquanto não dá certo, não desisto. Gosto de pegar combinações clássicas e já consagradas de sabores e usar em outro formato, tipo um dadinho de tapioca, que já vai o tradicional queijo coalho, acrescentar a carne seca desfiada na receita e ver no que dá. Apesar da diabetes, gosto de fazer cookies, pudim de leite, cheesecake e suflê de chocolate! (risos). De vez em quando, até faço os cookies pra vender aos amigos do trabalho e tem dado muito certo. Juntei minha outra paixão que é a cerveja e também tenho feito os petiscos para os eventos com os cervejeiros caseiros de Bauru, então de certa forma, tenho tirado um trocado com isso. Mas sei precisa ter cuidado e começar devagar, para que não se perca a paixão por cozinhar devido a um negócio mal sucedido. Um dia, quem sabe, eu abandono tudo e vivo da cozinha.”

Gustavo Bufeli

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Lanche de Gustavo Bufeli

“Eu sempre tive interesse em cozinhar, desde cedo ficava perguntando pra minha mãe como fazia alguma carne, porque ela usava determinado tempero, essas coisas. Mas foi depois de casar que comecei a me aventurar mais com interesse em testar ingredientes e criar combinações. Para isso, primeiramente, procurei ler bastante sobre culinária, em especial a norte americana – eles usam bacon em quase tudo e bacon é vida! (risos). Aí fui praticando as receitas e testando possíveis combinações. Hoje, eu gosto bastante de lanches e carnes temperadas com molhos mais elaborados. O lanche que faço o pessoal gosta bastante – pelo menos é o que falam! (risos). Nele, eu mesclo uma carne bovina saborosa com panceta ou bacon e peço para moer tudo junto; também coloco um bom queijo tipo cheddar ou brie, muito bacon, lógico, e para finalizar vale arriscar e testar. Gosto bastante de cebola caramelizada na cerveja preta e açúcar mascavo ou uma maionese com páprica doce e relish de pepino. Não tem como errar! E eu sempre penso em trabalhar com gstronomia, mas acredito que tenho muito que o que aprender. Acredito que se for para profissionalizar um hobby, não basta fazer sucesso entre os amigos. Mas tenho o sonho em ter minha própria hamburgueria ou steakhouse. Enquanto isso, fico acompanhando o programa MasterChef, não só o do Brasil como o de outros países. Acho incrível todo o conhecimento e prática que eles exibem. Participar ainda é um sonho, quem sabe depois de um curso de gastronomia e muitas ‘hamburgadas’ para os amigos!”

Laís Soares

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Foto: Panquecas de Laís Soares

“Comecei a cozinhar quando saí da casa dos meus pais, em Jundiaí, para fazer faculdade aqui em Bauru. Foi em 2009. Antes disso, só tinha me aventurado em fazer bolo de caixinha! Então, grande parte do básico que eu aprendi (fritar ovo, cozinhar macarrão) foi com a minha mãe. Ligava pra ela pedindo receitinhas, mas como estávamos longe uma da outra, nunca cozinhamos juntas. Era por telefone mesmo que ela passava as dicas. Aprendi na marra mesmo. No começo, queimava até arroz! Os pratos mais requintados que eu faço hoje aprendi em blogs e programas de TV de culinária. Hoje, eu adoro fazer risoto – é um dos meus pratos preferidos! Faço um risoto caipira, com couve, queijo de minas e linguiça fresca que fica uma delícia! Alguns dos pratos que fazem sucesso com meus amigos são meu bolo de pão de queijo e receitas mexicanas como guacamole, chilli e sour cream. Também adoro acompanhar o Masterchef da Austrália e dos EUA, mas nunca vi o brasileiro. Fico um pouco desanimada pelo fato de dois dos chefs jurados serem estrangeiros. Parece que não valorizam tanto o nacional. Mas, apesar de muitos dos competidores serem muitas vezes amadores, as provas exigem um conhecimento técnico na área que eu não tenho. Por isso, nunca pensei em participar. Cozinho porque amo mesmo!”

Leo Xisto

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Filé à parmegiana de Leo Xisto

“Eu cozinho desde os 15 anos e aprendi sozinho. E confesso que a minha especialidade são as massas. Os comentários positivos para panqueca! Eu já trabalhei por aproximadamente seis meses em cozinha. Inclusive, já pensei na oportunidade em seguir no ramo. Mas hoje não não penso mais. Mas não sei o dia de amanhã. Quem sabe um dia? Porém, hoje cozinhar é um hobby para mim. Cozinho para relaxar… Gosto sempre de inovar na cozinha.

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