Esqueça a ideia de que brechós são lugares com roupas velhas. Muitas vezes, as lojas com roupas usadas guardam verdadeiros tesouros que ficam bem melhores nos nossos guarda-roupas. É um mundo com milhares de peças de diferentes estilos e diversas épocas.

Em Bauru, temos muitas opções de lugares que vendem roupas usadas. Aliás, esqueça esse termo; a palavra correta é vintage. Desde os mais baratos até os que oferecem peças de marcas, os brechós bauruenses são ótimas opções para quem quer o melhor custo-benefício dentro da moda cíclica.

É por isso que gastar tempo em brechós vale mais a pena do que em fast fashions e Sophia Amoruso, a Girlboss, que começou sua empresa comprando e vendendo roupas usadas nos Estados Unidos, é a prova concreta disso! Para quem nunca entrou em um brechó ou quem nunca encontrou algo que gostasse, separamos algumas dicas de como garimpar e achar os melhores looks em meio a tantas opções.

1- Sem preconceitos

Entrar em um brechó requer uma mente aberta! Deixe de lado a percepção de que o brechó tem apenas roupas usadas e passar a pensar de que é um baú cheio de tesouros. Basta procurar bem que você irá achar algo muito legal!
“Se dê a chance de entrar em um brechó com essa pegada mais consciente. As roupas são selecionadas, lavadas e praticamente não se percebe o que é novo ou usado. E tenha a consciência de que é um ato que contribuíra e muito com nosso planeta”, diz Gisele Giavarina, proprietária do brechó VintaGi.

2- Vá com tempo

Diferente das lojas comuns, os brechós não seguem um padrão ou um estilo e possuem as mais diferentes peças. Você pode encontrar desde uma T-shirt clássica até uma bolsa dos anos 80. Por isso, é preciso ter tempo para vasculhar pelas araras até achar algo que valha a pena e que combine com o seu estilo.

“Você tem que entrar no brechó sem nada em mente, porque lá você pode encontrar de tudo e muitas coisas inusitadas. Tem que ir com tempo e fuçar, porque é assim que você vai encontrar alguma coisa que te sirva; uma peça curinga. Tem que ter paciência e olhar tudo”, conta Dagma Marques, do Atelier Miscelânea.


3- Avalie

Muito mais do que procurar peças de marca, procure roupas que tenham qualidade, isso é fundamental! Examine a peça e veja se ela não está danificada. Caso esteja, observe se é um problema que dê para ser arrumado, mas cuidado para não comprar uma peça sem conserto. Além disso, prove a roupa para ter certeza de que o item é algo que você não vai se arrepender de comprar.

4- Encontre peças curinga

O melhor custo-benefício quando se trata de roupas é a peça curinga. Dificilmente, ela vai sair de moda, além disso, pode ser usada em diferentes combinações e de várias formas. Por isso, mesmo que ela tenha um preço um pouco mais salgado, ela será bem utilizada.

“As melhores peças são as em bom estado e com possibilidade de mais de um tipo de combinação. Peças curinga são aquelas atemporais, normalmente básicas, lisas ou com estampas clássicas. É legal ter essas peças de boa qualidade uma vez que não caem de moda”, explica Mayra Ferraz e Tamylin Silva, do Bazar do Desapego.

5- Pense criativo!

Muitas vezes, uma peça pode ter um detalhe que você gosta, mas não ser de um modelo que agrade. O contrário também pode acontecer, o modelo pode ser incrível, mas algum detalhe não combina com você. Por isso, é necessário ter criatividade e pensar em modos de customização para que ela fique do jeito que você quer. Além de ter uma peça da moda ela será exclusiva!
“As melhores peças para customizar são os jeans, t-shirts e peças de couro. As jaquetas jeans básicas podem ser bordadas, colocar patchs ou desfiar. Camisetas básicas dá pra cortar, manchar ou fazer cortes diferentes. As calças de couro eu corto e faço short, com a barra que sobra eu uso em outra peça como mangas de moletons ou aplicação no short mesmo”, revela Dagma.

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