“Dar de si antes de pensar em si”, esse é o lema de mais de 291 mil jovens do mundo todo que participam do Rotaract. O movimento global faz parte da Fundação Rotária, ao lado do Rotary Club, e une jovens voluntários entre 18 e 30 anos em cidades de 177 países, inclusive aqui em Bauru.

O Rotaract Club Terra Branca conta com nove jovens bauruenses que se reúnem para encontrar soluções inovadoras para os problemas atuais do mundo, trabalhando em projeto humanitários na cidade. Além disso, o movimento tem como proposta formar novas lideranças entre os jovens por meio das atividades desenvolvidas, além de oferecer oportunidades de intercâmbio, bolsas de estudo e desenvolvimento profissional.

Entre as atividades desenvolvidas estão projetos humanitários, treinamentos de autoconhecimento, treinamentos de liderança, treinamentos de conhecimentos gerais e trocas de experiências (networking). Dessa forma, eles aprimoram habilidades de liderança, além de ajudar o próximo.

Para ser rotaractiano

Se indentificar com as propostas do movimento é fundamental para fazer parte da comunidade. Aqui em Bauru, o Rotaract Club Terra Branca conta com reuniões semanais aos sábados, às 10h, na Rua Jorge Pimentel, 2-5, em Bauru.

Para Gabriel Ulrik Kato, presidente no Rotaract Club Terra Branca, ser rotaractiano vai além dos projetos desenvolvidos. “Vale a pena participar porque não é simplesmente ajudar o próximo, é se desenvolver, é ter um apoio pra qualquer lugar do mundo que você for. Inúmeras vezes eu tive portas abertas simplesmente por participar do Rotaract, desde fazer um projeto local até fazer um intercâmbio. Tratamos o grupo como uma família onde um cuida do outro e ajuda o outro”, explica.

Rotaract Club Terra Branca

Mais do que o presidente atual, Gabriel foi o fundador do Rotaract em Bauru e, para isso, ele contou com o apoio do Rotary Club Terra Branca, cujo nome é uma homenagem às origens bauruenses.

“Eu sou estudante e venho de outra cidade onde já participava do Rotaract. Chegando em Bauru me deparei com várias oportunidades de desenvolver projetos e, durante um evento com outros rotaractianos, eles incentivaram a formação do clube, uma vez que contamos com amplo tamanho da cidade e com isso acreditávamos que podíamos desenvolver mais projetos e impactar positivamente mais pessoas. Depois disso reuni alguns amigos que me ajudaram a tornar isso possível e hoje já estamos na ativa”, conta.

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