Oi, meu nome é Juliana e essa é uma coluna mensal com links legais. Há semanas estou pensando no tema para esse texto, algo que faça parte do meu cotidiano e que seja bacana para compartilhar. Então, percebi que nada mais justo do que falar sobre mulheres, feminismo e coisas legais. Sim, eu sei que o assunto está em alta, graças às deusas né?

Descobri o feminismo recentemente, há quatro anos, quando entrei na faculdade. Desde então, fico procurando novas formas de me firmar no movimento, mesmo que seja de um jeito tímido. Pois é, o feminismo não está apenas nas marchas, ele também está nas atitudes e nos pensamentos do dia a dia. Se você é uma mulher e não se vê como feminista, considere ler o livro “Você Já É Feminista – Abra Este Livro e Descubra o Porquê”.

E para exaltar o feminismo e as mulheres, resolvi trazer diversos trabalhos que as minas estão fazendo por aí. É só uma pequena amostra diante de tanta coisa maravilhosa que elas criam, mas já é um começo.

50 tons de voz

Fiz uma playlist no Spotify com 50 músicas, uma de cada cantora diferente, para conhecer e exaltar as vozes femininas. Tentei colocar um pouco de cada estilo, mas como não sou muito eclética, me perdoa se aquela sua cantora favorita não está na lista, mas sinta-se à vontade para adicionar mais minas, a playlist é colaborativa e chama “Girls run the world“.

Se o seu negócio é ouvir podcasts, a dica é o “Mamilos” feito pelas jornalistas Juliana Wallauer e Cris Bartis. Lá, elas abordam diversos assuntos na companhia de convidados.

Para lê-las

Gosta de ler textão, reportagem ou livro? Aqui vão algumas dicas para manter a leitura em dia e saber mais o que elas estão falando por aí. As revistas Capitolina e Az Mina, feitas somente por meninas, trazem diversas notícias e reportagens para ler online.

Se você gosta de livros, a minha dica é “Americanah”, da Chimamanda Ngozi Adichie, “Morte Súbita”, da J.K. Rowling, “Outros jeitos de usar a boca”, da Rupi Kaur, e “Noite em claro”, de Martha Medeiros.

Instagram do bem

A Royal Society for Public Health e a Young Health Movement fizeram uma pesquisa chamada #StatusOfMind, que relaciona a saúde mental dos jovens com as redes sociais. Cerca de 1.500 jovens, de 14 a 24 anos, foram entrevistados e concluiu-se que o Instagram é a rede social com mais impacto negativo na saúde.

Se você, assim como eu, ama o app, já deve ter se sentido triste ao olhar todas aquelas fotos. A boa notícia é que tem um jeito de mudar isso e é fazendo uma “limpa”! Deixe de seguir todos que fazem você se sentir mal. Eu sei que é quase um vício ficar olhando as fotos incríveis das blogueiras, mas analise como você se sente. Comece a seguir pessoas que inspiram, que oferecem informações relevantes e com quem você se identifica. Eu separei dois perfis para ajudar a começar esse processo: o primeiro é o @clitorinea que fala sobre a sexualidade feminina e o da @priii_barbosa, ela é ilustradora e faz desenhos incríveis.

Mulheres no vídeo

A nossa nova TV é o Youtube, né? Sempre que quero ver algum conteúdo específico é lá onde eu procuro. E tem muitas mulheres fazendo trabalhos legais, como a Luiza Junqueira, do canal “Tá Querida“, fala sobre se amar e dá uma aula de autoestima. A jornalista Daiana Garbin, do canal “Eu Vejo“, aborda diversos temas relacionados ao padrão de beleza e a doenças como compulsão alimentar e anorexia. Outra Youtuber maravilhosa é a Mi Alves, que fala sobre intercâmbio, viagens e estilo de vida.

O documentário “Primavera das Mulheres” também é um trabalho muito muito bom sobre os movimentos feministas que vêm surgindo desde 2011.  E para fechar com chave de ouro, a Casa Vogue fez uma lista de filmes para maratonar no fim de semana com as migas: “10 diretoras e suas obras icônicas“.

Minas bauruenses

Claro que não podia faltar as mulheres da nossa bela cidade sem limites. Para quem quer fazer parte ativamente do movimento feminista, aqui em Bauru, diversas mulheres formaram o “Movimento Resiste Mulher“.

Na música, as meninas do Ouro D’Mina estão mandando muito bem no RAP.

O aplicativo “A Cineasta” é da bauruense Ana Heloíza Pessoto. O objetivo é reunir produções audiovisuais feitas por mulheres brasileiras cis e trans. Saiba mais na entrevista para o Social Bauru.

As mulheres também estão dominando a arte da fotografia: Conheça 8 mulheres por trás das lentes em Bauru e região.

Por último, eu indico um trabalho recente, mas muito amorzinho, de cinco meninas estudantes de jornalismo da Unesp Bauru. Elas se juntaram para criar o “Cinco Estações“, um blog para falar sobre o universo feminino, de coisas que eu, você e muitas jovens mulheres passam, sentem e apreciam.

Depois de tantos links legais e minas fodas queria deixar aqui o meu “PISEM MENOS, MULHERES!”

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