Todo mundo já foi na casa dos avós e viu alguma toalhinha bordada ou um tapete de crochê. Mas esses trabalhos manuais não são coisas de avós, não!

Macramê, tricô, crochê e muitas outras técnicas de artesanato podem se tornar um hobby, uma forma de ganhar dinheiro ou até mesmo algo que relaxe a pessoa da correria do dia a dia!

Essas três bauruenses têm idades diferentes e mostram que para começar um trabalho manual não tem hora nem lugar!

Como começar?

Fios, linhas, agulhas, apliques…ver como todos esses itens podem se tornar uma roupa, um tapete ou alguma decoração parece até mágica, mas para qualquer trabalho manual a vontade e a determinação são tudo o que se precisa para começar.

Há quase quatro meses, Ingrid Midory, que é estudante de jornalismo, começou a fazer crochê como forma de produzir seus próprios presentes e lembrancinhas.

Depois que viu uma pelúcia feita completamente de forma manual, a garota achou que seria interessante fazer coisas novas e até mesmo aplicar seus próprios trabalhos.

E foi assim, segurando uma agulha e com a ajuda da internet que Ingrid começou a produzir seus próprios trabalhos manuais!

“Eu peguei as agulhas e comecei a ‘crochetar’. Demorei pelo menos umas duas semanas para pegar a técnica, mas depois tudo ficou bem fácil, ficou bem intuitivo” explica Ingrid.

Faz bem para o bolso e para a mente

Os trabalhos manuais podem mudar a vida de uma pessoa, seja de forma financeira ou como algo mais profundo, como fazer alguém se sentir melhor. Não acredita?

Maria Bernadete dos Santos faz macramê, crochê, aplique, patchwork, ponto cruz e costura em geral há 12 anos!

Ela começou por paixão, mas hoje, seus trabalhos ajudam a gerar uma renda extra para Bernadete, que já foi presidente da Associação de Artesãos de Bauru e hoje vende seus artesanatos nas feiras bauruenses.

“Comecei a fazer por paixão, aprendi por dom e com paciência”, conta ela.

Já para uma outra bauruense, o artesanato um papel diferente em sua vida! Solange de Souza faz crochê há 20 anos, e para ela, o trabalho manual foi uma forma de sair da depressão.

“O artesanato me curou de um câncer, me tirou de uma forte depressão e curou da tristeza do fim de um casamento de 25 anos”, relembra Solange sobre como o crochê agiu em sua vida.

Dificuldades e satisfação

Ainda que para alguns o artesanato seja algo simples, sempre há algumas dificuldades no meio do caminho, é o que conta Ingrid sobre os seus primeiros passos no crochê.

“Eu acho que a dificuldade foi mais pegar prática, entender como faz os pontos, entender como funciona o crochê e como fazer para que os pontos não se soltem!”.

Mas quando finalmente se tem o produto pronto em suas mãos, as dificuldades passam e a sensação de ter feito algo por si mesmo é o que faz valer a pena!

“Eu gosto bastante de fazer o crochê e o tricô porque demora certo tempo e é muito bonito de se ver. Fazer você mesmo, comprar a linha, tirar o tempo para fazer e ver no final como ficou é bem satisfatório, você pode customizar, você vê o processo, é diferente de comprar ele feito!”

E a satisfação é o que move essas três bauruenses de idades completamente diferentes a continuar praticando e produzindo novas coisas com os trabalhos manuais. Então, não, isso não é só “coisa de avó”!

Para conhecer o crochê

Se interessou pelo crochê que a Ingrid, a Bernadete e a Solange sabem fazer? Então confere só a origem desse artesanato!

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