É, o ano acabou! Por maior que o número 365 seja, os dias passaram voando – e você já deve ter percebido. Depois de tantos dias vividos, chega a famosa retrospectiva e cada um tem a sua. E, ainda que muitos fatos sejam comuns a todos nós, acumulamos diversos acontecimentos únicos para cada um de nós.

Eu, por exemplo, conquistei o meu primeiro emprego como jornalista. Pode parecer simples, mas não é. A realidade do jornalista recém-formado não é fácil.

Mas antes disso, muitos foram os momentos difíceis entre o fim da faculdade e começo da carreira profissional. Sabe aquele limbo em que você não sabe o que fazer da sua vida? Então, por experiência própria posso dizer que é doloroso…

Mesmo assim, eu passei por esse teste com louvor, graças a Deus. Não, na verdade, graças à DEUSA (risos). Ela, de uma perspicácia e tanto, provavelmente já sabe as qualidades que têm. Não só ela, como todos que a conhece, por isso, não cabe aqui, enumerar um por um.

Pois bem, não fosse ela talvez eu nem estaria aqui, literalmente.

Voltando à retrospectiva, passamos aproximadamente 1200 horas juntas, ali, lado a lado. Foram milhares de dúvidas respondidas e centenas de ideias para esta mesma coluna que vos escrevo. Portanto, desse pouquinho de jornalista que sou, muito, veio dela.

E vai muito além das notícias e dos ensinamentos. Seria difícil descrever todas risadas que rimos, todas as comidas que experimentamos e todos os cortes de cabelos que não cortamos. O fato é que foi bom aproveitar e dividir todos esse momentos com uma pessoa incrível. E guardo cada um com muito carinho.

Ano que vem, não iremos nos ver os cinco dias da semana religiosamente. Venho lidando com isso há algum tempo até entender que todos têm a sua hora de ir. Então que ela vá feliz e que o futuro seja de muito sucesso.

Enfim, se você leu até aqui, já deve ter reparado que esse texto é muito mais do que uma resolução de 2018. Ele é um texto de gratidão. Obrigada Amanda!

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