Aposto que você curte pegar uma sessão de cinema com os amigos, família ou com o namorado, acertei?

Ir ao cinema, além de ser um passeio agradável, é a oportunidade de conferir os lançamentos de filmes. Mas, para algumas pessoas, ir ao cinema tem um significado diferente e especial!

Conversei com uma galera que não gosta só um pouco, de cinema. Eles gostam muito de cinema! Então senta, pega a pipoca e confira os relatos desses apaixonados!

Você se lembra do primeiro filme que assistiu? Ou daquele mais marcante? A bauruense Laura Kerche vai até duas vezes por semana ao cinema e conta como foi sua primeira experiência!

Laura Kerche

Começou quando eu era bem pequena. A primeira vez que fui ao cinema foi para assistir ‘Procurando Nemo’. Acho que foi assim que me encantei, vendo nas telas aquilo que eu imaginava nos livros. Juntou isso com a experiência legal de ir ao cinema, a tela enorme e a pipoca, acabou se tornando uma das minhas atividades favoritas”, diz.

O cinema, como o lugar físico, é um ambiente que me deixa muito à vontade. Gosto de estar ali e me concentrar unicamente em ver o filme, sem distrações externas ou possibilidade de pausas. Agora, como arte, acho incrível como o cinema serve como forma de expressão. Como um filme consegue contar, em poucas horas, a história de uma vida, ensinar uma lição ou simplesmente tocar o coração de quem está assistindo. Isso é algo que acho impressionante. Todo um mundo, tanta gente trabalhando para que aqueles momentos na tela passarem uma mensagem. É algo bem legal”, completa Laura.

Diferente da Laura, Matheus Bottura vai ao cinema com menos frequência. Mas isso não o torna menos admirador, não é mesmo?

Matheus Bottura

Como Mineiros do Tietê só tem 12 mil habitantes, não temos um cinema aqui. O mais próximo é o de Jaú, que não tem uma qualidade legal. Por causa disso, eu preciso fazer uma programação, tanto pessoal, quanto de custos, para poder ir ao cinema. Já que vou ter que desembolsar uma grana, prefiro fazer isso ‘com estilo’ e ir até Bauru, principalmente, para pré-estreias de filme de heróis, que é um gênero que eu gosto bastante”, explica.

“Filmes sempre são algo bem recorrentes na minha vida desde cedo, fosse em forma de VHS’s alugados na locadoras com os desenhos da Disney e, até mesmo, os filmes da Sessão da Tarde ou do finado Cinema em Casa. Sempre me interessei por novas histórias, então o cinema sempre foi uma ponto de interesse pra isso”, completa Matheus.

Outro admirador dessa arte chamada cinema é o Evandro.

Evandro Souza

Minha paixão pelo cinema começou quando eu era criança. Eu e minha avó assistíamos e alugávamos muitos filmes na época. Então peguei esse hábito com ela, a gente variava o gênero e comecei a me interessar mais, até então, não pensava como uma carreira para ser seguida. Fui crescendo, pesquisando e me envolvendo cada vez mais! Comecei a fazer audiovisual e deu super certo! É uma paixão que só cresce”, conta.

Minha relação com o cinema é de aprender cada vez mais e me aprofundar mais e produzir! Me considero um artista, todo mundo que faz cinema é artista e o cinema é uma arte muito gostosa, porque une todas as outras em um filme!”, relata.

Quem fala em paixão à primeira vista está certíssimo e o Northon confirma!

Northon Domingues

A minha paixão pelo cinema começou quando eu tinha uns oito, nove anos. Fui ao cinema com meus pais e fiquei deslumbrado com aquelas imagens em uma tela gigantesca e a imersão de todo o ambiente. Parecia que eu estava lá dentro do filme, fazendo parte dele de alguma maneira”.

Hoje em dia eu estudo Produção Audiovisual na FIB justamente pra aprender mais e também produzir sobre cinema, não só as interpretações, mas as partes técnicas como iluminação, som e câmeras”, explica.

Atualmente, a minha experiência anda entre o técnico e a paixão, uma vez que eu amo ver filmes, mas também quero aprender com certas posições de câmeras e roteiros. Então, a parte técnica e a paixão andam de mãos dadas e ao mesmo tempo estou aberto para ver qualquer tipo de filme, de grandes produções Hollywoodianas até as brilhantes e trabalhosas produções tupiniquins”, finaliza Northon.

Assistir filme em casa, debaixo das cobertas é tudo de bom, mas nada se compara ao cinema, né Ana Laura?

Ana Laura Fanini

O cinema, como ambiente, eu acho fantástico ter um lugar no qual, falando de forma muito simples, muitas pessoas se reúnem para ver uma história. Assistir filmes em casa tem seu lado bom – podemos pausar, comer o que quisermos, sentar como quisermos – porém é impossível comparar com o filme em uma sala de cinema, onde você desliga todas as distrações e realmente assiste, recebe e compreende o filme em todos os seus aspectos – fotografia, música, efeitos sonoros – mesmo que involuntariamente; sente aquele cheirinho de pipoca; o ar gelado e as cadeiras tão desconfortavelmente confortáveis naquele momento”, conta.

O primeiro filme que lembro de ver no cinema foi ‘Dinossauro’ e fiquei assustadíssima com o barulho. Acho que comecei a frequentar realmente para ver Harry Potter; lembro de assistir o terceiro filme (Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban) na primeira fileira por não ter outros lugares pra ver – e amei mesmo assim, era muito melhor do que no VHS em casa”, explica.

Com relação aos filmes em geral, sempre foi algo que gostei bastante, começando, claro, com animações quando eu era criança. Às vezes, meus pais apareciam com uma fita cassete de algum filme da Disney, por exemplo, e eu, sem nem saber bem de onde vinham, amava. Inclusive ainda tenho muitas dessas fitas. Eventualmente comecei a alugar os filmes que me interessavam e lembro de ser uma péssima companhia nas locadoras, porque a maioria dos filmes que meus amigos sugeriam para alugarmos eu já tinha assistido”, finaliza Ana.

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