Dois jornalistas + uma ideia = Programa de Indie! Foi isso que aconteceu entre Felipe Tellis e Bruna Novelli, amigos e parceiros de trabalho há seis anos, que decidiram fazer algo diferenciado.

Diferenciado? Isso! Começou quando os bauruenses tinham um projeto de DJs na cidade onde realizavam os rolês indies. Como na época não existiam muitas festas nesse segmento, a dupla bombou!

“O primeiro show aconteceu no Jack e na sequência a gente tocou no Instituto Cultural. Depois disso surgiram outros projetos relacionados ao Indie!”, comenta Bruna.

Então, estava tudo caminhando como desejado, eis que o Felipe chega com a ideia de fazer um programa no rádio. Mas, por conta das burocracias e dificuldades enfrentadas, eles partiram para a criação do podcast. Assim, começou a primeira gravação.

1, 2, 3… Testando!

À princípio, eles revelam que estavam desacreditados, “Decidimos gravar a primeira vez e falamos: meu, se ficar uma bosta a gente não posta nada, se ficar bom a gente posta e vê qual vai ser o retorno”, completa Felipe.

Com o primeiro podcast gravado surgiu uma oportunidade, a TV FIB, que segundo a Bruna, foi ‘um puta negoção’. A TV da faculdade entrou em contato para transformar o podcast em programa de TV, daquele jeito, sem mudar, sem roteiro, no improviso!

O retorno, mais uma vez, foi bom e, hoje, eles produzem o sexto vídeo do Programa de Indie. E esse nome? Esse nome surgiu de uma das festas que eles fizeram há uns anos trás. A criatividade para nomes em festas é o ponto forte dos bauruenses!

“A gente começou a jogar nomes diferentes, como: indiestation, indiegente até chegar no programa de indie. Gostamos desse, porque tem a brincadeira que pode ser um programa de indie ou programa de índio, que talvez você não curta. Engloba isso de ser uma brincadeira boa”, explica Felipe.

Mas, programa de índio? Como assim? Esse trocadilho quer dizer que você vai atrás do programa de indie e, na verdade, encontra outras coisas rolando como: cinema, séries, festivais e muitas experiências.

É tipo MTV

Dois apresentadores, trocando ideias e um fundo colorido, quer mais MTV que isso? Mais que um programa de TV, os bauruenses querem levar um clima de conversa entre amigos no bar! Um bate-papo descontraído com risada e improvisos.

Além de todo assunto que rola nos programas, Bruna e Felipe, liberam uma playlist no Spotify com as músicas e artistas que apareceram no programa.

Quando eu disse ali em cima que eles improvisam, eu estava falando sério! “A gente tem uma semana para ver o que acontece em cinemas, músicas e coisas interessantes. Faltando cinco minutos para gravar, mostramos qual vai ser a pauta de cada um. Assim, a gente vê se vai bater algum assunto”, explica Bruna.

Esse suspense é para evitar textos decorados e a conversa sair de forma natural! Assim, fica mais divertido e descontraído.

Deixa acontecer naturalmente

Mantendo a mesma pegada de quando começaram a gravar, os bauruenses estão despretensiosos. Desde a ideia inicial, já aconteceram algumas mudanças e evoluções, mas sobre o futuro eles preferem não planejar.

“Eu espero que tome uma proporção e isso vire uma coisa maior, mas não sei o que dizer. Já evoluímos desde o primeiro programa, estávamos com medo, mas agora ta acontecendo natural e rolando!”, finaliza Bruna.

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