Sempre damos mais valor à opinião dos outros do que às nossas, né? Pensando nisso, perguntamos aos gringos qual foi a primeira impressão que tiveram da nossa cidade.

A maioria deles chegam a Bauru para ficar pouco tempo, seja para estudar ou trabalhar. Será que somos receptivos com esses “bauruenses postiços”? Bom, quem vai responder essas perguntas são eles mesmos. Conversamos com seis pessoas que já passaram por Bauru ou ainda continuam morando aqui.

Muita gente conhece o Larry Taylor, acho que ele é um dos gringos mais bauruenses que existe. O jogador de basquete chegou na cidade em 2008, depois de jogar algumas temporadas em Mogi, voltou para Bauru, como ele mesmo diz “minha cidade natal”.

Larry nasceu em Chicago, e quando chegou a Bauru, para trabalhar, achou a cidade tranquila e receptiva. “O que eu mais gostava e continuo gostando daqui são as pessoas apaixonadas pelo basquete e a torcida. Adoro também ir ao cinema, bares e restaurantes novos”, comenta o ala do Bauru Basket.

Ele ainda destaca que sempre foi “abraçado” pela torcida e tratado com carinho, até porque fomos nós, bauruenses, que o apelidamos de Alienígena. “Temos os melhores fãs”, completa Larry.

Ponto para os bauruenses!

Bom, 1×0 para a receptividade dos bauruenses! Qual é a sua aposta?

O canadense Nick Wiggins foi um reforço para o time do Bauru Basket neste ano, ele conta que quando chegou em Bauru, a primeira impressão que teve é que a cidade era grande, como São Paulo, mas depois acabou percebendo que não.

O atleta explicou que o que mais gosta de fazer em Bauru é comer e experimentar comidas em diferentes tipos de restaurantes. Pasmem, o Wiggins nunca provou churrasco! Então alguém leva um espetinho para ele no próximo jogo, por favor?

“Para mim, o ponto mais positivo da cidade é que tudo é perto. Nada você leva tanto tempo para chegar e é fácil de andar. E também as pessoas, todos são muito receptivos e estão prontos para ajudar”, destaca.

Estamos com moral! Isso, porque o jogador comentou que já teve a oportunidade de jogar contra outros times do Brasil e acredita que em Bauru temos a melhor torcida. “A torcida é algo inexplicável. Me receberam de braços abertos e eu me sinto muito confortável aqui”, diz.

Gringos: De Las Vegas para a grande Bauru!

Jeremiah Massey, mais conhecido como Jay, é ex-jogador do Bauru Basket e conta que chegou curioso em Bauru, já que queria conhecer a cidade. O gringo explica que existem muitas coisas positivas aqui, uma delas é ser pequena e, em cidades assim, os torcedores são mais fanáticos, isso leva o atleta a fazer mais pelo time.

Os torcedores estiveram com a gente em todos os momentos, inclusive quando fomos eliminados do Paulista”, destaca Jay.

Ainda sobre os atletas gringos do Bauru Basket, Lucas Faggiano, armador do time, comenta que Bauru é uma cidade tranquila e aconchegante. Para ele, os bauruenses são adoráveis e alegres, “Me tratam como se me conhecessem há tempos”, diz.

Lucas chegou a Bauru em julho deste ano e destaca que, o que mais gosta na cidade, além do churros, é o clima!

“Espero ter mais chances de ir a Bauru”

Nem chegamos ao final da matéria e já podemos confirmar que sim, os bauruenses são bem receptivos com os gringos. Tanto que Barnabás Kele, que morou por dois anos em Bauru para fazer intercâmbio, espera poder voltar à cidade. O jovem explica que quando chegou, achou Bauru uma cidade bem calma e com muitos lugares para visitar.

Contudo, durante os dois anos que permaneceu aqui, o que ele mais gostava era da escola e das amizades que fez. Barnabás comenta que o que mais o agradou era o ambiente calmo e com pessoas acolhedoras.

“Bauru é bem calma e as pessoas estão mais abertas com pessoas com quem eles não conhecem muito. Nas cidades grandes as pessoas estão mais frias eu acho”, comenta.

De volta a Hungria, em sua cidade natal, Barnabás já sente saudade de Bauru e ressalta a importância da experiência de ter vivido aqui. “Eu fiz muitos amigos na cidade e tem muitas pessoas importantes que fizeram parte do meu intercâmbio. Eu só posso agradecer por isso, eles ajudaram fazer sucesso na minha vida”, finaliza.

Bauru por outros olhos

A grama do vizinho é sempre mais verde, já dizia o velho ditado, e Ghlslain Hwn comprova! O jovem está há dois anos em Bauru, e conta que quando chegou, a primeira impressão que teve foi de ser uma cidade cheia de árvores e plantas.

Ghlslain conheceu Bauru através de um programa que faz convênio do Brasil com outros países para intercâmbios. Então, diretamente de Benin, que fica no continente africano, o gringo partiu com destino à cidade sem limites.

“A primeira coisa que reparei chegando em Bauru foram nos espaços verdes, isso chama muito atenção, eu gosto desses lugares abertos e com árvores”, destaca.

Para fechar com chave de ouro, mais um elogio para a receptividade dos bauruenses! Ghlslain comenta que além das áreas verdes, o povo de Bauru foi muito acolhedor fazendo com que a adaptação fosse algo mais tranquilo. “Os bauruenses e as pessoas da universidade me acolheram, a turma da  graduação e do curso me ajudaram e eu gostei muito. Fui bem recebido e isso é legal”, finaliza Ghlslain.

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