Para todas as mulheres super invisíveis, que são donas de casa.
Para todas as mulheres super invisíveis, que trabalham fora e também são donas de casa.
Para todas as mulheres super invisíveis, que são mães, solteiras ou não.
Para todas as mulheres super invisíveis, que são solteiras e não tem filhos.
Para todas as mulheres super invisíveis, que são lésbicas, bi, trans, cis, etc.
Para todas as mulheres super invisíveis, que são silenciadas.
Para todas as mulheres super invisíveis, que sofrem violência doméstica.
Para todas as mulheres super invisíveis, que vivem um relacionamento abusivo.
Para todas as mulheres super invisíveis, que foram/são estupradas.
Para todas as mulheres super invisíveis, que não são/foram escutadas e desacreditadas.
Para todas as mulheres super invisíveis, que sofrem diariamente com o machismo e o patriarcado.
Para todas as mulheres super invisíveis, que tiveram e tem, seus sonhos roubados.
Para todas as mulheres super invisíveis, que tiveram e tem, suas vidas roubadas.
Para todas as mulheres super invisíveis, que ainda não entenderam o feminismo.
Para todas as mulheres super invisíveis, que são feministas.
Para todas as mulheres super invisíveis, que são mulher ou lutam para serem reconhecidas como mulher.
Para todas as mulheres super invisíveis, que já foram ou são invisíveis na sociedade.

Feliz dia das mulheres super invisíveis!

Confira mais textos da colunista: socialbauru.com.br/author/isadoraventurini/.

Compartilhe!
Carregar mais em Colunistas

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Verifique também

A primeira vez, Bauru, que fui ao cinema

Sabe, Bauru, eu não lembro a primeira vez que fui ao cinema. Não lembro quantos anos eu ti…