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No domingo (27), a Secretaria de Cultura, em parceria com a União Brasileira de Trovadores (UBT), deu início à 24ª edição do evento “Trovas no Bosque”.

Para Erci Maria Marques de Ferreira, trovadora e uma das organizadoras do evento, a intenção do projeto é de unir a leitura à natureza literalmente, trazendo as publicações para junto das árvores do bosque. A iniciativa foi bem aceita e resiste há 24 edições. Nesta edição, os bauruenses poderão conferir trovas de todo o Brasil e do exterior, como de Portugal e até mesmo do Japão.

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Estima-se que mais de 1.000 trovas estão espalhadas não só no Bosque, mas também em todas as oito unidades das bibliotecas ramais.

Mas, afinal, o que é trova? De acordo com o trovador Luis Octávio, pseudônimo do poeta Gilson de Castro, fundador da UBT no Brasil a “trova é uma composição poética de quatro versos de sete sílabas cada um, rimando pelo menos o segundo com o quarto verso. É a criação literária mais popular, que fala mais diretamente ao coração do povo. É através da Trova que o povo toma contato com a poesia e sente a sua força. Por isso mesmo, a Trova e o Trovador são imortais”.

As trovas estarão disponíveis em Bauru até o dia 27 de setembro.

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