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Marina Louzada sempre ficava assistindo aos episódios do programa Que seja Doce, do canal GNT, e ficava sonhando em participar um dia. E não é que esse sonho virou realidade? Para a surpresa de todos, além de ter participado e ter tido a chance de cozinhar para grandes chefes da gastronomia brasileira, a moradora de Bauru foi a vencedora e levou o prêmio de Cozinheira mais Doce.

Com exclusividade, o Social Bauru conversou com Marina para saber mais detalhes desta experiência incrível. Confira o bate-papo:

Como surgiu a oportunidade de participar do programa Que Seja Doce? Você já tinha ouvido falar dele?
Marina: Eu assisti aos primeiros do programa Que Seja Doce e achei muito divertido. É um programa bem dinâmico e eu sou superfã dos jurados e do apresentador. Então, acompanhei e achei muito legal. Aí eu me inscrevi e participei de um processo seletivo, com um questionário e entrevistas. Aí eles me chamaram depois de um mês deste processo. Aí eu fiquei sabendo que ia participar, mas tive que fazer sigilo total e não tinha a menor ideia de quem seriam os meus adversários. Mas confesso que fiquei super ansiosa! É uma prova muito dinâmica e com muitos ingredientes, então temos que estar preparados para tudo. Enquanto isso, fui me preparando e estudando.

E qual foi o desafio do programa?
Marina: O tema do episódio que eu participei foi ‘Vegano’. Então eu tinha que fazer doces sem nenhum derivado animal. A primeira prova a gente já tinha que levar a receita pronta de casa; já a segunda prova foi um biscoito, onde um dos participantes foi eliminado. A prova final foi uma sobremesa vegana. No caso do biscoito, a gente tinha uma hora e 15 minutos para fazer e a sobremesa vegana, podíamos fazer em uma hora e meia. A minha sobremesa foi um pãozinho com várias especiarias: maçã e nozes, que eu adaptei para o meu paladar e os meus clientes gostam. Eu já faço essa receita, mas antes eu fazia com glúten. Agora faço totalmente sem derivado animal. Também passei por uma prova, onde fiz um biscoito de chocolate, com laranja e pistache. Já na última prova, na sobremesa completa, eu fiz um abacaxi com chantily e coco – tudo vegano.

Como eram os outros participantes?
Marina: Eles eram muito fortes e cozinhavam superbem. Foi muito bacana participar do programa e conhecê-los.

E você foi a campeã do programa?
Marina: Eu ganhei o prêmio como a ‘Confeiteira mais Doce’, com um troféu e uma batedeira muito boa, do patrocinador do programa. Então, tudo valeu muito a pena! Foi tudo muito emocionante!

Há quanto tempo você cozinha? Como foi esse começo?
Marina: Eu cozinho há três anos, por causa da minha filha que tem alergia à proteína do leite de vaca. Por isso, decidi focar na alimentação dela e trazer alimentos mais saudáveis. Desde que ela nasceu, eu estou pesquisando, aprendendo e cozinhando. Já sabia o básico que aprendi com a minha mãe e a minha avó, mas agora estou focada na alimentação mais natural. Eu não sou vegan, mas faço esses doces por causa dos meus clientes.

E você sente que existe um preconceito em relação à alimentação vegana? Sente que as pessoas ainda não sabem muito do assunto?
Marina: Ah, sim, eu percebo que existe um preconceito sim. Mas está muito mais acessível e mais pessoas que fazem essas receitas. Então, facilita. Na Internet é possível encontrar muitas receitas também. Quando você tem uma alimentação restritiva, ajudar é ser ajudado. Sempre!

E para finalizar: sua participação no programa foi doce?
Marina: Ah, foi sim! Foi incrível participar do programa e poder servir alguma coisa para os jurados e o apresentador. São especialistas no assunto e estão em na gastronomia brasileira. Então valeu muito a pena. Mesmo se eu não tivesse vencido, já estava feliz. Agora vou continuar fazendo os meus doces, sem glúten e sem leite e, em breve, estarei nas feirinhas daqui da cidade.

Confira o episódio com a vitória de Marina no canal GNT Play.

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