Nas últimas semanas, uma pauta em evidência nas redes sociais e que rendeu inúmeros posts e opiniões foi a chamada “Tiktorização” das profissões, que nada mais é do que afirmar que nós, profissionais de todas as áreas, devemos produzir em 100% dos casos um conteúdo de entretenimento para nosso público, na maioria das vezes, “dançando” alguma trend do TikTok ou até mesmo do Reels.

A maioria das opiniões diziam que o profissional já estuda anos (e vive estudando, né mores?) e agora precisa “dançar” em um vídeo de 30 segundos para poder ganhar notoriedade.

Tá, agora vamos entender o assunto todo e absorver o que precisamos. Acompanhe as próximas linhas.

Sobre a “Tiktorização”, precisamos considerar duas vertentes:

A primeira é que SIM os vídeos estão aí e ganhando cada vez mais espaço pelas redes sociais, mas isso não quer dizer que você precisa NECESSARIAMENTE só fazer isso daqui para frente para ganhar visibilidade e, consequentemente, traduzir em vendas de produtos e serviços. É possível mesclar conteúdos e experimentar estes novos formatos, sempre testando para ver como o público se adapta.

A segunda é que se você enxerga dentro das plataformas a possibilidade de trabalhar os conteúdos por meio dos vídeos e vender, por que não investir o seu tempo nisto?

Selecione referências e ouse experimentar as tendências que vão ao encontro do que a sua marca pensa.

Agora, se você acredita que isso não é a sua praia e não quer “dar as caras”, também não há problemas. As redes estão lotadas de referências, nas quais aparecem somente os produtos e serviços.

Isa, se eu quiser aparecer, vou ter que dançar?

Não, imagina! A dança é só um item dentro do pacote.
Existem formas que você pode explorar para seus vídeos, como: apenas falar, escrever e apontar na tela etc.

Neste Reels aqui eu coloquei três formas pra você aproveitar em seus vídeos.

Mas não são poucos segundos para eu falar de um assunto?

Muita gente também comentou sobre a explicação ser rasa, porém o que sempre esquecemos é que existe um campo chamado LEGENDA, local que podemos complementar o assunto, deixando beeem explicado para o público.

Enfim, caro leitor, esta pessoa que vos escreve acredita que não existe esta “tiktorização” e, sim, como sempre, adaptações e testes nas redes sociais.

Sem fórmulas mágicas e guruzeira, o que vale mesmo é o que dá certo para você/ sua marca.

Ah! E não se esqueça de acompanhar os insights.

Beijos!
Isa

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