A moda é nossa aliada. Com ela podemos exteriorizar aspectos da nossa personalidade, nos expressar para o mundo. Mas sem noias. Com leveza, criatividade e bom humor podemos fazer escolhas que mais combinam com nosso corpo e estilo de vida. Por isso, confiram abaixo uma espécie de Manual de Instruções para começarmos essa coluna com cinco dicas básicas de como usar a moda a nosso favor:

DICA Nº 1

Não sejamos escravos da moda. Nem tudo o que está na moda funciona pra todo mundo. A prática de nos olharmos no espelho e aprendermos a conhecer nosso corpo, os aspectos dele que ficam mais valorizados e harmônicos, além de entender nossa rotina, estilo de vida e personalidade são a chave para nos jogarmos nas tendências de maneira consciente, com bom senso, sem virarmos vítimas de modismos.

 

DICA Nº 2

Inversamente proporcional à primeira dica. Nem tudo o que achamos que não funciona no nosso corpo de fato não funciona. Quantas vezes deixamos de usar determinada peça pois acreditamos nos achatar, engordar, apagar… Vamos nos permitir sair da nossa zona de conforto e experimentar algo novo. Podemos nos surpreender!

Um exemplo super atual são as peças midi – com comprimento logo abaixo do joelho ou até à altura dos tornozelos – muitas mulheres mais baixas não usam, pois acreditam achatar a silhueta. Porém, se bem usadas, o efeito é oposto. Aposte em peças com cós alto, que alongam a silhueta e, se turbinar com um salto, então, não tem erro!

Outro exemplo é o cropped. Quem disse que é preciso ter abdômen definido para deixá-lo à mostra? Se tem vontade de usar, use! O cós alto é outro aliado para equilibrar e deixar a barriga menos exposta. Mas se está afim de mostrar, mostre! Se aceite, entenda seu corpo e suas vontades, e se jogue! Quando estamos confiantes e felizes com aquela peça de roupa é o que vale. Se errarmos também, está tudo bem, amanhã trocamos de roupa e recomeçamos. No mínimo vamos aprender o que de fato não funciona por ora.

 

DICA Nº 3

No embalo da Nº 2 : Não se limite! Não é preciso se rotular num só estilo, e tudo bem quem prefere assim, mas permita-se transitar entre eles, ou agregar algumas referências de outros estilos de acordo com a ocasião, o local, seu humor – tá aí a lua pra explicar essas mudanças, mas isso é papo pra outro tema – mantendo a sua essência. É isso o que importa. Até porque essas definições são desnecessárias; a moda hoje está tão aberta e democrática que se nossas escolhas tiverem verdade são só versões de nós mesmos traduzidas pela nossa maneira de nos vestirmos.

 

DICA Nº 4

Não é preciso ter ou gastar muito dinheiro pra ser estiloso ou estar na moda. Abuse da sua criatividade! Dê um novo olhar para as peças que já têm no armário, faça novas combinações, customize, vá a brechós, aproveite as liquidações, troque roupas com os amigos e invista em algumas peças pontuais que realmente fazem falta no seu armário. Afinal, nem sempre vestir grife dos pés à cabeça é sinônimo de bom gosto, né? Aliás o que é bom gosto senão a opinião de cada pessoa? Mas o que vale mesmo é ser criativo!

 

DICA nº 5

A moda faz parte da vida de todos. Não é futilidade. Por mais que a abordagem superficial crie essa máscara. A verdade é que até quem não liga pra moda tem que fazer escolhas todos os dias antes de sair de casa. E moda não é só se vestir. É comportamento. Diz muito sobre nossa personalidade, como a gente se mostra pro mundo e mais que isso, representa uma época, um lugar e uma cultura.

 

E pra finalizar, aqui vai um resumão dessas cinco dicas: be yourself! É super clichê, mas é verdade: seja você mesmo! Se aceite do jeitinho que você é! Se ame! Valorizemos sim aquilo que mais amamos no nosso corpo, na nossa personalidade, mas acolhamos nossas imperfeições também com amor. Tudo bem e saudável querer melhorar alguns aspectos, mas façamos isso por nós mesmos, não por imposições externas. Repito: se aceite! São nossas imperfeições que nos fazem únicos. Somos lindos cada qual à sua maneira, e quando reconhecemos essa belezura toda dentro da gente, não há look, moda, opinião alheia sobre a moda que inventamos que nos impeça de nos reinventarmos, arriscarmos e sermos felizes.

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